Em defesa de um grande homem

O ativista Márcio Porto
O ativista Márcio Porto

Hoje vou escrever este artigo baseado no que ando vendo em nossa comunidade. O grande problema para que os brasileiros possam realmente ganhar força e ser respeitado entre as demais comunidades imigrantes chama-se “inveja”. Isso mesmo, uma grande parte dos autointitulados líderes comunitários está mais preocupada com sua própria imagem do que o bem comum de todos.

Não precisamos ir muito longe para vermos que isso é a mais pura verdade. Basta uma pessoa criar um evento, lançar uma campanha ou criar um projeto social que logo surgem os lobos em pele de cordeiros para apedrejar de todos os lados, mesmo sabendo que está errado.

É incompreensível ver pessoas que deveria lutar pela comunidade, ficarem presas à mesquinhez de uma inveja por não ter sido o autor do projeto ou do evento que busca unir a comunidade. É o tal lema: se não foi eu quem criou, então não é bom.

O mais repugnante é que estes poucos gatos pingados usam veículos de comunicação, para atacar pessoas que querem o bem das pessoas. Entre uma das pessoas atacadas está o ativista Márcio Porto e quero me sustentar nesta história para defender o meu pensamento.

Não estou querendo coloca-lo em um pedestal, mas até onde o conheço, fico honrado em ser amigo de uma pessoa com um passado tão bonito de ativismo social, comunitária e luta pela democracia brasileira. Isso deveria encher de orgulho toda a comunidade por termos um homem que fez parte da história do Brasil e ajudou a escrever algumas páginas de uma mudança que nos proporcionaram muitas coisas felizes.

Fico lendo, ouvindo e olhando os ataques que ele recebe, mas todos os ataques de maneira alguma desmerecem ou desmente o lado ativista de Márcio Porto. Pelo contrário, estes ataques surgem porque Márcio tem uma posição polêmica em relação a alguns assuntos e é daquelas pessoas que não consegue esconder o que pensa. Logo suas opiniões acabam gerando grande polêmica.

Até ai tudo bem, pois todos nós temos o direito de opinar e defender o que pensamos. Mas na comunidade brasileira de Massachusetts existe “gatos  pingados” que se encaixam perfeitamente no provérbio chinês “O medíocre discute pessoas. O comum discute fatos. O sábio discute ideias”.

Defender suas opiniões sem denegrir as pessoas significa uma atitude nobre e digna de um sábio. Agora porque não concorda com a posição de uma pessoa, usa de todas as armas para ataca-la sem é atitude dos medíocres.

Márcio é um dos fundadores da Central do Trabalhador Imigrante Brasileiro nos Estados Unidos e algumas pessoas, pelo fato de não ter tido a mesma ideia ou coragem de assumir um compromisso assim, tornaram-se inimigos mortais desta entidade, mesmo sabendo que ela tem feito muita coisa boa para a comunidade.

Uma grande parte destes críticos tem apenas poucos anos ou meses de ativismo social ou comunitário, enquanto Márcio tem um passado de décadas de luta pela democracia, intensas brigas pelo bem comum de todos e uma pessoa que realmente fez parte da história política de sua região.

Diante de todos os ataques, eu me coloco na mira para as críticas, pois sei que os mesmos críticos irão me apedrejar, mas para “as recalcadas de plantão… beijinho no ombo”.

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