CTIB critica posição de legisladores em MA

A Central do Trabalhador Imigrante Brasileiro nos Estados Unidos (CTIB/US) divulgou uma nota onde critica a posição de alguns legisladores de Massachusetts e repudiou a decisão da Comissão Mista de Transporte em não seguir adiante com o projeto  que concedia carteira de motorista para indocumentados.

Para Márcio Porto, os legisladores de MA estão brincando com o imigrante
Para Márcio Porto, os legisladores de MA estão brincando com o imigrante

O presidente da entidade, Márcio Porto, acrescentou o maior problema é a maior parte dos políticos alimenta falsas expectativas quando anunciam projetos que sabem que serão engavetados.  “O Congresso de Massachusetts já se mostrou ser anti-imigrante através de políticas que em nada beneficiam a nossa comunidade”, disse.

Márcio ressalta, ainda, que os legisladores são conhecedores das necessidades do trabalhador imigrante e da importância desta classe para o desenvolvimento econômico e social para o estado. “Eles sabem o quanto estas pessoas necessitam de uma carteira de motorista para desempenhar várias atividades”, continua. “Mas o que eles fizeram até agora foram fechar as portas para nós”, se revolta.

Para o presidente, até mesmo o Governador, Deval Patrick, em quase dois mandatos de governo, apenas falou de seu apreço pela comunidade imigrante, mas “nada fez por este povo”. Ele ressalta, ainda, que nunca acreditou e nem defendeu a maneira como os legisladores conduzem assuntos relacionados à reforma imigratória, tanto em nível federal quanto estadual. “Isso não significa que sou contra os imigrantes, pois uma coisa é você torcer e outra é acreditar”, disse.

As entidades insistem em pregar que o governo de MA é a favor dos imigrantes, mas é só analisar que durante os quase oito anos de governo, absolutamente nada foi feito por esta classe. “Não adianta tentar explicar, pois em outros estados, várias leis foram aprovadas para beneficiar os imigrantes. Então porque em Massachusetts existe tanta dificuldade?”, indaga.

Márcio acrescenta que o trabalhador imigrante está cansado de tapinhas nas costas e bajulações com falsas promessas. Para ele, é preciso que as lideranças comunitárias tomem atitudes mais severas em prol de conseguir os seus objetivos. “Muitos dos intitulados líderes vieram conhecer o que é trabalho comunitário aqui nos EUA. Eles jamais  participaram de movimentos anteriormente”, cita. “É preciso mostrar que estamos insatisfeitos e que não queremos mais promessas”, conclui.

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