Imigrante é condenado por matar, a facadas, a esposa

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Carlos pode pegar prisão perpétua

Após três anos preso e um julgamento com júri que durou duas semanas, o veredicto do caso envolvendo Carlos Everto Veja Hernandes foi anunciado pelo juiz Mark Boeseneker, do Tribunal Superior do Condado Napa, na California. Ele enfrentava acusação de assassinar a sua esposa, a facadas, no ano de 2013.

O júri considerou Carlos Everto Vega Hernandez culpado por assassinato em primeiro grau, na sexta-feira (14).

Hernandez, 42, um imigrante do México, foi preso em 12 de setembro de 2013, após sua filha de 12 anos (na época) de idade ligar para o 911 (número de emergência) e relatar que o pai teria assassinado a mãe, Esperanza Veja, 40 anos.

Segundo as provas apresentadas ao Tribunal, era cerca de 03:00 a.m. quando a menina acordou com a sua mãe gritando “Não faça isso, Carlos”. A jovem correu para o banheiro, abriu a porta e viu sua mãe caída ao chão. Imediatamente ela ligou para o 911.

Hernandez teria dito a sua filha que sua mãe já estava morta e que ele fez aquilo porque estava se defendendo. Quando os oficiais chegaram à cena do crime, encontraram Hernandez fora de casa segurando uma faca. Ele deixou a arma cair e se entregou.

Vega foi encontrado morta com várias facadas, no banheiro do apartamento. O médico legista, que realizou a autópsia de Veja, disse que parecia que a vítima tinha tentado se defender com as mãos. Ela tinha 10 facadas no pescoço, ombros e tronco, bem como feridas nas palmas das suas mãos.

Testemunhos revelaram que a relação entre Vega e Hernandez estava instável e que ela deixava o marido fora de seu apartamento quando ele bebia.

No dia do esfaqueamento, Hernandez suspeitava que sua a esposa iria separar-se dele, segundo informou nesta quarta-feira (19), o Vice Promotor Distrital, Bryan Tong.

Hernandez se declarou inocente da acusação de homicídio qualificado e sua advogada Kristen Keeley argumentou que o acusado tinha sido provocado.

Membros da família de Vega, incluindo sua filha, estavam na sala do tribunal quando o veredicto foi anunciado. A vítima tinha mais de uma dúzia de irmãos no México e nos Estados Unidos. Ela trabalhou em hotéis durante 20 anos, segundo seu obituário, e foi enterrada em Michoacan, no México.

A sentença está marcada para dia 20 de janeiro de 2017 e o imigrante pode pegar de 26 anos a prisão perpétua.

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