Mulher admite que mantinha mexicana em cativeiro e injetava esperma nela

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Esthela pode pegar 20 anos de prisão

Uma mulher da Flórida admitiu ter mantido uma mexicana em cativeiro por dois anos, forçando-a a fazer trabalhos domésticos e injetando nela, com seringas, o esperma de seu namorado
Esthela Clark, de 47 anos, se declarou culpada de uma única acusação de trabalho forçado em um Tribunal Federal, na segunda-feira (27), de acordo com documentos judiciais. A mulher, de Jacksonville, poderá pegar até 20 anos de prisão por pagar US$ 3.000 para ter uma pessoa contrabandeada através da fronteira para servi-la.
A vítima foi enganada e teria recebido a orientação de quem receberia US$4 mil para ficar na casa de Esthela e engravidar. A promessa era de que todo o processo seria supervisionado por profissionais médicos.
Os documentos mostram que a vítima disse a agentes federais que Esthela a proibiu de deixar seu apartamento em Jacksonville porque o bairro era perigoso e que a mulher “provavelmente seria morta” se ela fosse para fora.
Esthela injetou a vítima com sêmen que foi extraído dos preservativos quando a acusada e e seu namorado mantinha relações sexuais. O esperma era injetado na mexicana três ou quatro vezes por dia, e quando ela não conseguiu engravidar, após nove meses de tentativa de inseminação, a ré começou a abusar ela, forçando-a a limpar o condomínio, fazer sexo com dois estranhos, através de ameaças e limitando sua dieta a uma ração consistindo unicamente em feijão.
Isso fez a vítima perder 65 quilos, de acordo com as investigações.
Em 2015, Esthela já havia sido acusada de trazer e abrigar imigrantes indocumentados, tráfico sexual de crianças, trabalho forçado e promover o tráfico de escravos.

 

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3 comentários

  1. Bom, eu parei de ler quando disse que por 9 meses foi injetado esperma 4 vezes por dia. 4 X 9 meses = 1080
    … Pode isso Arnaldo???
    😂😂😂😂😂😂

    • Não quer dizer que eles transavam 1080 vezes… ela pegava esperma da camisinha… se algo mentiu foram os registros policiais, assinado pelos investigadores e promotoria

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