RSS

Brasileira acusa empresário de assédio sexual e moral em Weymouth (MA)

Fachada da loja onde aconteceram os assédios

Fachada da loja onde aconteceram os assédios

A capixaba M.G. se diz vítima de assédio por parte do empresário brasileiro na cidade

Trabalhando há seis anos como tradutora, intérprete e notária pública, a capixaba M.G., 41 anos, se diz vítima de assédio sexual e moral por parte do proprietário da loja que ela prestava serviços. O nome da vítima foi omitido, usando apenas as suas inicias, para garantir a privacidade dela.

Em uma entrevista, M.G. contou como tudo aconteceu e fez questão de relatar cada detalhe desta história. Ela explicou que há cerca de seis anos começou a prestar serviços para a Belo Art, uma loja de produtos brasileiros na cidade de Weymouth (Massachusetts).

M.G. que é natural de Vila Velha, no Espírito Santo, iniciou os seus trabalhos nesta loja, realizando serviços de tradutora, intérprete e notaria pública. Com o passar do tempo, ela se tornou conhecida na região e propôs ao empresário Verino Santos Neto (dono da loja) que ele alugasse uma sala no fundo do estabelecimento para que ela se tornasse independente. “Ele aceitou e combinamos um valor de US$600 por mês”, continua.

De acordo com ela os problemas entre os dois começaram no final de abril, após um show da dupla Rick e Renner. M.G. também é colunista social e como seu esposo não tem condições de estar com ela em todos os eventos brasileiros que ela cobre, o empresário Verino se ofereceu para acompanhá-la. “Como já estou na loja dele há seis anos e meu marido adquiriu uma confiança nele, não houve motivos para recusar”, disse.

Mas após o show, segundo ela relata, o empresário tentou agarrá-la dentro do carro. M.G. ficou assustada e chamou a atenção dele dizendo que o que ele tinha em mente não iria acontecer. “Mas depois disso, dentro da loja, ele ficava passando a mão em mim e tentava me agarrar. Mesmo diante das minhas ameaças, ele não se intimidava”, explicou. “Ele dizia que se eu não ficasse com ele deveria sair da loja”, continua.

Como o empresário colocou a loja à venda por um valor em torno de US$40 mil, ela ofereceu para comprar, mas ele teria dito que para ela só venderia por US$60 mil. “Eu disse que pagava a vista, mas ele se recusou. Foi então que eu pedi um prazo de um mês para encontrar um outro local para realizar os meus trabalhos”, explica.

Depois que ele percebeu que não aconteceria nada entre os dois, segundo o relato da vítima, o empresário começou a perseguí-la moralmente. Ele fazia questão de falar em alta voz para que os clientes da loja ouvissem. “Ele gritava que tinha passado a mão em mim e que eu gostei e que meu marido era corno manso por não ter batido nele quando descobriu a história”, se emociona ao falar.

No sábado (19), a mesma história se repetiu e o empresário dizia aos clientes que  M.G. evitou ele mas gostou quando lhe passou a mão. Diante disso, ela decidiu chamar a polícia que chegou ao local e mesmo assim não intimidou o acusado. “Algemado, ele gritava as mesmas palavras ofendendo a mim e ao meu marido”, disse.

A vítima não soube informar, mas acredita que o empresário está vivendo em situação ilegal nos Estados Unidos. Ela disse que ele entrou com visto há 10 anos, mas o prazo de permanência expirou neste mesmo tempo. “Acho que vão checar a sua situação imigratória”, acrescenta.

M.G. disse que ficou tão indignada com os ataques do empresário que acabou denunciando à polícia que ele vendia em sua loja remédios sem autorização. Os policiais foram checar e encontraram caixas de medicamentos. Ele foi preso sem direito a fiança e aguarda decisão da justiça para saber se vai responder ao processo em liberdade ou preso. Isso pode acontecer nesta segunda-feira.

 

 

 
Deixe um comentário

Publicado por em 2014/07/21 em Noticias

 

Brasileiro é preso por dirigir a quase 200 km/h na I-495

O equipamento do policial marcou que o brasileiro estava a mais de 100 mph (mais de 160 km/h)

O equipamento do policial marcou que o brasileiro estava a mais de 100 mph (mais de 160 km/h)

O policial disse que Douglas Pinto, de Milford (MA), exalava um forte cheiro de álcool

Um policial estadual parou um homem que mora em Milford (Massachusetts) porque ele estava conduzindo um veículo a uma velocidade superior a 100 mph (mais de 160 quilômetros por hora). A prisão aconteceu na sexta-feira (18), na Interestadual-495, e segundo o boletim de ocorrência, o veículo chegou a marca de 120 mph antes de parar.

Ainda segundo os relatos do policial, o brasileiro Douglas R. Pinto, 23 anos, estava embriagado quando foi abordado.

O policial estava monitorando a velocidade dos veículos que passavam pela rodovia, utilizando um “Lidar”, aparelho semelhante a um radar. Em dado momento ele avistou a BMW que vinha em alta velocidade em sua direção. “Eu confirmei a velocidade com o equipamento que registrou 106 milhas por hora”, disse o oficial em seu relatório.

Assim que percebeu a alta velocidade, o policial parou o carro e foi conversar com Douglas. Ele disse que notou um forte cheiro de álcool no brasileiro, o qual disse que tinha bebido apenas uma cerveja. O passageiro do veículo informou que eles estavam vindo de um restaurante em Boston (MA) e que iam para casam em Milford.

Quando o policial disse que ele estava dirigindo a 106 mph, o brasileiro negou e tento explicar que acelerou até 120 mph porque tentava ultrapassar uma grande carreta que estava na pista.

O brasileiro foi levado para o quartel da polícia estadual, onde fez testes de sobriedade. O bafômetro marcou 0.07 e o limite legal é de 0,08. No entanto, o departamento de polícia informou que ele pode ser acusado de dirigir embriagado, mesmo com nível baixo de álcool, se o policial analisar que a bebida prejudicou o motorista.

O brasileiro foi acusado de dirigir um veículo motorizado sobre a influência de bebida alcoólica e direção perigosa. Ele também foi citado por excesso de velocidade.

Durante uma audiência no Tribunal Distrital de Framingham (MA), o Juiz Douglas Stoddart o liberou sem precisar pagar fiança e determinou que ele só pode dirigir entre 6:00 a.m. e 07:00 p.m., a menos que o “Registry of Motor Vehicles” decida suspender a sua licença.

Ele deve voltar ao tribunal no dia 22 de agosto para uma conferência de pré-julgamento.

tv por assinatura tom01

 
Deixe um comentário

Publicado por em 2014/07/21 em Noticias

 

Deportado quatro vezes, imigrante é preso por molestar menina de 9 anos

Israel foi preso dormindo ao lado de dois pares de calcinha de criança

Israel foi preso dormindo ao lado de dois pares de calcinha de criança

Israel Andrade foi preso enquanto dormia ao lado de dois pares de calcinhas de criança

Um homem que foi deportado dos Estados Unidos quatro vezes, agora é acusado de molestar sexualmente uma menina de apenas nove anos de idade no Texas. Segundo as autoridades, Israel Andrade, 35 anos, foi preso no sábado (12), e teria invadido uma casa e cometeu o crime enquanto a vítima dormia.

A vítima disse, ainda, que Israel tinha um sotaque espanhol muito pesado. “Ele me pediu para segui-lo até o quarto, mas eu corri até o quarto de seus pais”, acrescenta. O suspeito fugiu em direção oposta.

Os celulares dos pais e o computador foram roubados, mas um dos aparelhos telefônicos foi recuperado, na casa de um parente de Israel, cerca de um a milha da casa da vítima. O acusado estava dormindo ao lado de dois pares de calcinha de criança no momento da prisão.

Os investigadores informaram, também, que através de pegadas encontradas, Israel teria visitado a casa do vizinho da vítima na noite de sexta-feira (11). O suspeito foi acusado de roubo de residência, invasão a domicílio com intensão de roubar e cometer outro crime, abuso sexual de uma criança (crime de primeiro grau).

Israel foi deportado em julho de 2003, em fevereiro de 2004, em setembro de 2009 e em dezembro de 2010. Os parentes do acusado informaram que ele chegou ao Texas há um mês.

BANNER DANILO BLOGbanner garralogo cdlebanner hitech auto centerbanner ctib

 
Deixe um comentário

Publicado por em 2014/07/16 em Noticias

 

EUA vão “conter onda de imigração ilegal” de crianças, afirmam as autoridades

O Secretário Johnson afirma que vai conter a imigração ilegal de crianças

O Secretário Johnson afirma que vai conter a imigração ilegal de crianças

O Chefe de Segurança Interna dos Estados Unidos, Jeh Johnson, prometeu no domingo (13) que a administração do presidente Barack Obama vai contar a “maré” de crianças desacompanhadas que invadiram o país nos últimos meses. Milhares de menores atravessaram a fronteira e isso gerou uma onda de debates e polêmica.

Uma das iniciativas utilizadas foi a redução do tempo para o processo de deportação, que era de 33 dias e passou para quatro dias. “Estamos trabalhando para fiscalizar com mais rigor e deter as crianças que entram sozinhas no país”, disse o secretário.

Embora as autoridades dos EUA precisem “fazer o bem” pelas crianças que estão sob custódia, o secretário acrescenta que a fronteira não está aberta para a imigração ilegal. “Nós vamos conter esta onda de crianças entrando no país”, continua.

Segundo as informações, desde o último Outono, mais de 40 mil crianças atravessaram a fronteira com o México para chegar aos EUA. O mais preocupante é que elas fizeram esta travessia sozinha, ou seja, sem a presença dos pais ou qualquer responsável. Elas são oriundas de países da América Central, tais como El Salvador, Honduras e Guatemala.

Funcionários da administração Obama informaram que uma lei sancionada em 2008, pelo presidente George Bush, “tornou quase impossível deportar menores desacompanhados para a América Central”, a menos que compareça perante um juiz de imigração. A superlotação nos Tribunais fez com que o Governo encaminhasse as crianças para viver com seus familiares que já estão no país, enquanto aguardam os processos de deportação.

O Secretário não informou se a maioria das crianças que atravessaram a fronteira, sozinhas, será deportada ou vão permanecer nos EUA. A administração de Obama tem enfrentado cortes críticas com este crescente aumento na onda de imigração ilegal de jovens. Isso porque tem sobrecarregado os serviços públicos.

O Deputado Republicano do Texas, Henry Cuellar, afirmou que o presidente Obama está “caminhando para trás”, ao permitir que estas crianças entrem no país ilegalmente e as distribuas para outros estados.

O Governador do Texas, o Republicano Rick Perry, disse que alertou o governo de Obama em 2012, sobre este problema e muitos menores não acompanhados já atravessavam a fronteira naquela época. “Ele não acreditou e mostra que não se importa se a fronteira está ou não segura”, continuou.

A crise explodiu na semana passada, em Murrieta, no Texas, onde cerca de 200 manifestantes cercaram três ônibus que transportavam 140 imigrantes que seriam levados para um centro de detenção nas proximidades. Os veículos foram obrigados a se virar e ir para um centro em San Diego.  “É lamentável ver esse tipo de hostilidade dirigida a mulheres e crianças”, disse o secretário Johnson.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 2014/07/16 em Noticias

 

Grupo tenta reviver projeto da “driver´s license para indocumentados” na Florida

Governador da florida Rick Ccott

Governador da florida Rick Scott

Um grupo na Florida revive um projeto que visa oferecer carteira de motorista para imigrantes indocumentados. Trata-se do “The Living”, que realizou um protesto no sábado (12) em torno da rodovia US 41.

Segundo Paula Rincon, membro do grupo, disse que na Flórida não existem muitos imigrantes em situação legal, “por isso são impedidas de conseguir carteira de motorista”. Ela disse que a ideia e reunir mais pessoas e procurar o Legislativo do Estado e o Governo Rick Scott, no sentido de aprovar uma lei que permita o documento aos trabalhadores indocumentados.

Ela acrescenta que, atualmente, os imigrantes em situação ilegal podem conseguir carteira de motorista em 11 estados e no Distrito de Columbia. “Por que a Flórida não entra neste grupo e concede o benefício para àqueles que estão aqui querendo ajudar”, indaga.

No ano passado, o governador vetou um projeto que permitiria que os filhos de imigrantes indocumentados pudessem obter licença para dirigir, independente do “status imigratório”. Scott explicou que se recusou assinar a lei porque existem muitos imigrantes que têm autorização temporária para trabalhar no estado, logo tem prazo limite para ter uma driver license. “Não é justo que uma pessoa em situação legal tenha o documento por apenas um período, enquanto que indocumentados possam obter deste benefício sem prazo”, explica.

O grupo vai procurar mais apoio e para que algum projeto seja colocado em pauta no sentido de proporcionar licença de motorista para imigrantes trabalhadores, mesmo que estejam ilegal no país.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 2014/07/16 em Noticias

 

Mais famoso imigrante indocumentado dos EUA está “preso”

Vargas ganhou o prêmio pulitzer de jornalismo

Vargas não pode sair da cidade fronteiriça devido não ter documentos

O jornalista José Vargas foi ajudar as crianças que entraram sozinhas e ilegalmente pela fronteira e acabou “preso no limbo”, pois não pode sair da cidade de McAllen, por não ter documentos

No dia 05 de julho, o jornalista José Antonio Vargas recebeu uma mensagem de texto enviada por Cristina Jimenez, cofundadora e diretora da organização para jovens imigrantes “United We Dream”.

No texto ela escreveu: “Oi amor, estamos enviando uma delegação para a fronteira e vamos estar lá na próxima semana. Você pode se juntar a nós na quinta-feira (10)?”. Jimenez queria o apoio de Vargas, por ele ser o mais famoso imigrante indocumentado dos Estados Unidos e devido ao seu ativismo. A ideia era que o jornalista se juntasse ao grupo em uma vigília em McAllen, no Texas, uma cidade de fronteira que foi palco de uma grande “invasão de crianças imigrantes nos últimos meses”, as quais estão em abrigos improvisados.

Esta vigília foi criada como sina de solidariedade para o que todos estão chamando de “crise dos refugiados”. Vargas tinha como plano, entrevistar e filmar as crianças que chegaram, sozinhas, em situação irregular no país. Ele mostraria as várias histórias das vítimas de violência de gangues e exploração em seus países de origem.

Mas, ironicamente, o jornalista está “preso”, pois a cidade fica dentro de um raio de cerca de 45 minutos de pontos de checagem da Patrulha de Fronteira, o que torna quase impossível sair sem a documentação adequada, o que Vargas não tem. “Nós não imaginávamos que isso seria um problema”, disse Jimenez Business Insider. “Na realidade, nós esquecemos o fato de que ele estaria entrando em uma região de fronteira e que precisaria passar por pontos de checagem para entrar nos EUA”, continua.

Vargas disse que visitou 43 estados nos últimos em três anos, incluindo cidades fronteiriças na Califórnia e Arizona. Ele foi a Texas Tech University, que fica na cidade de Lubbock, duas vezes nos últimos seis meses. Mas a situação em McAllen, argumenta ele, é diferente. Em uma entrevista, ele descreveu a área como uma zona militarizada.  “Eu me sinto preso só de estar aqui”, disse ele. “Você pode imaginar viver aqui?”, acrescenta.

Vargas só percebeu que estava em uma situação difícil quando Tania Chávez, uma líder de jovens indocumentados do Conselho para Assuntos Minoritários, perguntou como ele sairia da cidade, se não tinha documentos para passar pelos postos de fiscalização. McAllen faz parte de um trecho composto por 100 milhas que o Governo Federal designou como um lugar onde tem o poder de ir além dos limites normais das autoridades constitucionais.

O jornalista disse que se sentiu muito mal quando percebeu o que estava acontecendo. Ele e Jimenez se olharam com incredulidade.

O jornalista chegou aos Estados Unidos quando era criança, mas não foi elegível para o Programa DACA, porque tem mais de 30 anos de idade. Ele poderia tentar sair usando o aeroporto local, mas as regras do McAllen-Miller Airport são muito rigorosas e com certeza teria o passaporte checado, bem como sua autorização para estar no país. Vargas disse não sabe como, ou se, vai sair da cidade.

O jornalista foi até McAllen com o propósito de se solidarizar com as as crianças desacompanhadas envolvidos no debate sobre a imigração. No sábado, Vargas publicou em sua página no Facebook, uma foto de algumas das doações para o abrigo feitas por pessoas em todos os EUA, desde que veio a público a sua situação. Ele disse que as contribuições que fluíram para o abrigo resume a generosidade dos voluntários.

Para Vargas, a situação em que agora se encontra iluminou o debate. Ele disse que se deu conta de quão seguro é a fronteira, assim como os políticos vociferar sobre a tomada de mais medidas e envio da Guarda Nacional. Vargas também disse que se deu conta de como é estar preso no limbo.

Todas as manhãs, agora, quando ele olha pela janela de seu quarto de hotel, vê uma van da Patrulha de Fronteira estacionado do lado de fora.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 2014/07/15 em Noticias

 

TELEXFREE NO EUA – Promotores pedem que Merrill não tenha direito a audiência

Merrill pediu liberação de US$ 4 milhões

Merrill pediu liberação de US$ 4 milhões

O sócio da Telexfree pediu a liberação de US$ 4 milhões,  que segundo ele serão usados para custear as despesas advocatícias

Os Promotores de Justiça dos Estados Unidos criticaram o pedido feito pelo coproprietário da Telexfree, James Merrill, para acessar mais de US$4 milhões que estão em uma conta bloqueada. Para eles, o operador de um esquema de pirâmide que fraudou tantas pessoas não deveria nem ter a chance de discutir ocaso. A explicação dada pelo acusado é que a quantia serviria para ajudar a custear a sua defesa.

A assistente da Procuradoria dos EUA, Mary Murrane, informou que a quantia que Merrill pediu para o Tribunal liberar é proveniente dos fundos de investidores (vítimas do esquema da Telexfree). “O réu não pode usar fundos de vítima para pagar a sua defesa”, acrescentou.

Merrill, que mora em Ashland (Massachusetts), é acusado de conspirar para cometer fraude eletrônica usando a Telexfree. A empresa arrecadou milhões de dólares dados por investidores que acreditavam em falsas promessas de um retorno milionário. De posse do dinheiro, James Merrill e seu sócio, o brasileiro Carlos Wanzeler, desfrutou de uma vida de alto padrão, enquanto que colocou dinheiro ficava a espera do retorno.

Na segunda-feira (14), Murrane fez uma declaração de que a Justiça não pode nem permitir que haja uma audiência para o réu tentar conseguir o dinheiro, haja vista que o valor é fruto do crime pelo qual ele foi acusado. “Merrill não apresentou provas de que o dinheiro que ele pediu é oriundo de outro trabalho, a não ser da Telexfree”, continua.

Ela pediu ao tribunal para negar tanto o seu pedido de liberação dos US$ 4 milhões e quando ao pedido para uma audiência sobre o assunto.

Este slideshow necessita de JavaScript.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 2014/07/15 em Noticias

 
 
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 395 outros seguidores